Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Grupos de Estudo

 

Geopolítica da Energia

geopolitica

Coordenação: Prof. Igor Fuser e Prof. Giorgio Romano

Reconhecemos que a produção, o comércio e o consumo de energia têm se tornado temas cada vez mais relevantes no cenário internacional, a tal ponto que grande parte dos impasses e conflitos no mundo contemporâneo só pode ser entendida se levados esses fatores em consideração.

Não é por acaso que a parte do mundo onde se concentramnas últimas décadas os conflitos internacionais mais explosivos - o grande arco que se estende do norte da África até a Ásia Central, abarcando todo o Oriente Médio - é também a área que abriga, em seu subsolo, dois em cada três barris existentes no planeta como reservas a serem exploradas. Também não é coincidência a presença predominante de empresas petroleiras na lista das maiores companhias do mundo.

Essa temática de energia no século XXI está intrinsecamente ligada à questão ambiental. Segurança energética e as mudanças climáticas são as duas grandes preocupações geopolíticas em torno da energia. Em ambas o Brasil está muito bem posicionado. As descobertas do Pré-Sal, a liderança em biocombustíveis, o potencial da energia nuclear e da eólica transformaram o Brasil em uma potência energética.

Ao mesmo tempo, o país dispõe de uma das matrizes energéticas menos sujas do mundo, com 47% de energias renováveis, contra uma média mundial de 14% e, no caso da produção elétrica, 90% contra uma média de 14%. No caso específico do pré-sal, isso significa que o Brasil ficará entre o oitavo (previsão pessimista) e o quinto (previsão otimista) em reservas de petróleo no ranking mundial.

Já com relação à energia nuclear, o Brasil é, junto com a Rússia e os EUA, um dos poucos países com grandes reservasde urânio e, ao mesmo tempo, domínio da tecnologia. Iss oem um contexto de grande pressão causada por dificuldades tecnológicas e econômicas para garantir a expansão de reservas de energia diante de uma demanda crescente. O cenário futuro aponta, portanto, o Brasil como potência energética e ambiental,com grandes impactos para a sua inserção geopolítica.

O Grupo de Estudos Geopolítica de Energia corresponde a área de interesse do Bacharelado em RI “Geopolítica da energia erecursos naturais”, mas visa dialogar com outros cursos como a de Energia, Economia, Planejamento Territorial e Política Públicas.

 

Novo Bandung

cropped 1461094 303132739835040 1786047455 n

Coordenação: Prof. Muryatan Barbosa

O Grupo de Estudos Novo Bandung foi fundado em abril de 2013 na Universidade Federal do ABC (UFABC), com o intuito de promover pesquisas e debate sobre a emergência do Sul no sistema internacional e os desafios para a sociedade brasileira, em especial as suas novas relações com os países do Sul, com destaque à África.

O grupo tem por objetivo contribuir ao avanço de um pensamento autônomo nas ciências sociais, orgânico às realidades brasileiras e crítico ao cânone eurocêntrico. Orienta-se pela interdisciplinaridade acadêmica, abrange diversas áreas temáticas e inclui alunos e docentes dos Bacharelados em Ciências Econômicas (BCE) e Relações Internacionais (BRI) e do Programa de Pós-graduação em Ciências Humanas e Sociais(PCHS).

 

Direitos Humanos e as Relações Internacionais

dh

Coordenação: Prof. Jose Blanes Sala

O grupo visa tratar de assuntos relacionados aos Direitos Humanos e analisá-los sob a ótica das Relações Internacionais. Foi criado com o intuito de divulgar, fomentar e promover debates referentes ao tema dos Direitos Humanos e Relações Internacionais. É constituído por alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Federal do ABC, sob coordenação do Prof. Dr. José Blanes Sala, doutor em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo.

 

Política Externa Brasileira

Coordenação: Profa. Tatiana Berringer

O grupos de estudos teve a sua primeira reunião em setembrode 2015. O foco é discutir a política externa brasileira a partir de cada um dos textos escolhidos e indicados pela coordenadora, Tatiana Berringer. Em média, 12 alunos e alunas debatem e refletem sobre a inserção internacional brasileira sob vários aspectos.

 

Comunicações na América Latina: disputa política e regulação (1980-2014)

Coordenação: Prof. Gilberto Maringoni

Financiado pelo CNPq o projeto de pesquisa busca examinar o panorama comunicacional da América Latina após o advento das tecnologias digitais, tendo como pontos de apoio a evolução dos negócios, as transformações políticas das últimas três décadas e o progresso tecnológico.

Essas transformações tornaram superadas as legislações nacionais existentes na área e abriram inéditas frentes de disputa entre Estados, empresas e movimentos sociais em busca de novos marcos institucionais para as comunicações e as telecomunicações. O desafio colocado é: como criar regras nacionais democráticas que regulem a atuação de corporações com raio de ação supranacional?

O pano de fundo é a mudança no panorama político continentala partir de 1998. Em alguns países há uma reação ao modelo de matiz liberal, adotado nos anos 1980-90, que se manifesta em vitórias eleitorais de governos pautados por discursos reformistas. Assim, as disputas em torno da comunicação envolvem diversas concepções políticas.A área tem se mostrado particularmente sensível às demandas por novas regras de funcionamento. As empresas de mídia, por lidarem com difusão de idéias, valores e abordagens subjetivas, alegam que a pretensão dos que advogam a criação de novas normas é implantar a censura e o cerceamento à livre circulação de idéias.

Os defensores das mudanças afirmam o contrário. Dizem queo setor é monopolizado por grupos econômicos e que um novomarco legal teria por base a defesa de um pluralismo de opiniões.

 

Paradoxos, continuidades e limitações da Segurança Internacional no século XXI: as Mudanças Climáticas e a Problemática Nuclear entre a Securitização, a Politização e a Humanização

Coordenação: Prof. David Martinez

O projeto de pesquisa conta com apoio do Edital Ciências Humanas e Sociais CNPq/CAPES 22/2014 e pretende analisar a evolução do estudo e do tratamento dado às problemáticas das mudanças climáticas e da segurança nuclear nesses primeiros anos do século XXI. O debate se concentra a partir do embate das abordagens teóricas da Escola de Copenhague, da Escola de Aberystwyth e da Escola de Paris que tendem, respectivamente, pela Securitização, Politização e Humanização das temáticas examinadas.

O pano de fundo é a mudança no panorama político continental a partir de 1998. Em alguns países há uma reação ao modelo de matiz liberal, adotado nos anos 1980-90, que se manifesta em vitórias eleitorais de governos pautados por discursos reformistas. Assim, as disputas em torno da comunicação envolvem diversas concepções políticas.

Este projeto contempla como colaboradores, professores e alunos do BRI, professores da Universidade Estadual da Paraíba, como também pesquisadores do Carnegie Endowment Institute for Peace e do Royal Institute of International Affairs.

 

Grupo de Estudos do Sul Global

gssg

Coordenação: Cristine Koehler Zanella

O Sul, em política internacional, é uma identidade que encapsula experiências compartilhadas de colonialismo, imperialismo e subalternidade. Esta identidade mobilizou e ainda mobiliza, mesmo que em novas bases, Estados, movimentos e grupos da sociedade civil em torno dos objetivos de afirmação de independência, de autonomia e de desenvolvimento. 

O Grupo de Estudos do Sul Global (GESG) foi criado com o objetivo de desenvolver a reflexão, a pesquisa e a extensão em torno de temas que envolvem o - e interessam ao - Sul Global. Seus estudos contemplam as experiências e os dilemas de Estados, organizações internacionais e atores transnacionais do – e em interação com o – Sul Global.  

Em setembro de 2017 o GESG foi registrado na PROPES/UFABC e seu prazo para funcionamento é indeterminado.

Registrado em: Bacharelado em Relações Internacionais
Fim do conteúdo da página